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impressões de viagem a Santos

Oi, amigos deste Blog

Após uma pequena viagem a Santos, retornei abençoando o calor de São Paulo e com a impressão de que havia ficado vários dias fora. Foi muito bom e eu, mesmo tendo só colocado 'os pé' na água, fiquei, o tempo todo, lembrando e imaginando que seria um trabalho enoooorme convencer a Patrícia (uma amiga) a sair do mar. A água estava morninha nos dois dias que estive por lá.
 
O mar muito calmo, ondas bem baixinhas e a água bem limpinha. Dava para ver alguns peixinhos suicidas que lutavam para voltar para o mar. Vi até uma tartaruguinha também se esforçando para voltar.
 
Alguns siris também foram vistos, mas já mortos (deviam ser siris-kamikazes).
 
Vi, também, outras formas estranhas de habitantes marinhos, tais como, peixe saco de plástico, peixe pedaço de cabo de vassoura, peixe canudinho, peixe sabugo de milho etc
 
O hotel, um dos mais antigos de Santos, foi totalmente reformado por dentro, mas por fora ainda conserva o mesmo estilo de fachada, embora pintada, mas é confortável e limpo.
 
Mas o que me emocionou foi ver que bem em frente ao Hotel, há uma réplica de um bonde que, muito provavelmente, eu tenha usado quando ia lá. Tem até réplicas do motorneiro (o que conduzia o bonde) e o condutor, assim chamado, mas que, na realidade era o cobrador.
 
Andei um bocado procurando o prédio onde ficava o apartamento de meu tio e ao qual fomos (meus pais e eu) algumas vezes, mas infelizmente não cheguei lá pois já estava cansada de andar. Se o prédio não foi demolido, creio que cheguei bem perto. A distância no tempo (uns 50 anos ou mais) não deixou a exata lembrança em mim. E nesse meio tempo, Santos mudou muito. Está bem servido de ônibus com linhas circulares cobrindo, creio eu, todos os pontos da cidade. Talvez, em alguma outra ocasião, eu volte lá para ficar um período mais longo e poder visitar alguns pontos turísticos. Acho que estou pegando gosto por viagens assim.
 
Mas sempre lamento que minhas amigas e minhas primas não possam usufruir e compartilhar esses passeios.
 
Quem sabe algum dia!!!

SílviÆ

 
 



 Escrito por SílviaE às 18h53
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impressões de viagem para Serra Negra

Olá!!
 
 Só agora estou com algum tempo para escrever sobre meu passeio a Serra Negra.
Fui de ônibus e cheguei lá por volta de meio-dia - no hotel dei entrada exatamente ao meio-dia. O hotel, um dos melhores de Serra Negra e eu havia me oferecido isso, estava cheio... de quartos vazios. Registrei-me e me conduziram a um quarto com cama para casal, mas que era tão grande que, além do casal, caberiam pelo menos mais dois filhos. Era enoooorme. E alta, tanto que quase precisei de uma escadinha para escalá-la. rs rs rs rs
No banheiro, uma convidativa banheira, mas que, pensei, seria anti-ecológica (tem hífen?) pois esperdiçaria um mooooonte de água. Bem, no primeiro dia, tirei o cheiro de São Paulo no chuveiro, mesmo.
 
Almocei e... saí para passear (que, aliás, é a única coisa que se tem para fazer lá) e procurar uma sorveteria que havia na mesma rua onde se situa o hotel. Queria tomar um sorvete e única coisa que tomei foi chuva, pois essa sorveteria não mais existe - e olhe que só faz uns 12 ou 14 anos que estive lá com uma amiga. rsrs rs rs 
 
Então, uma coisa que pretendia fazer aqui em São Paulo era uma limpeza de pele, mas aí vi uma propaganda no hotel sobre isso e marquei hora com a esteticista ou dermatologista (nem sei) e dei uma de madame: lá fui eu fazer a tal limpeza. Estou, por enquanto, com a pele limpinha (acho eu).
 
Enquanto a esteticista me atendia, ela disse-me que toda a água consumida no hotel, desde a piscina até a descarga era da nascente que tem no hotel. Aí, não tive mais pudores ecológicos. À tarde, enchi a banheira e fiquei lá, relaxando, por um bom tempo. Pena que não havia sais de banho!! Aí, seria a glória!!!! rs rs rs Como estava com dor nas panturrilhas, fiz um pouco de hidroginástica.
 
Passeei de trenzinho pela cidade, peguei água da fonte, observei as cadeirinhas do miniférico subindo e descendo vazias e novamente olhava as vitrines das lojas. Lembrei-me então da primeira vez que estive lá com minha mãe, meu pai e minha tia. Saíamos, pasmem! para passear e no fim da rua havia uma loja com uma funcionária que estava sempre na porta e que, não importa quantas vezes passássemos por lá, ela dizia: 'oi'. Em pouco tempo, já meu pai se referia à loja como a 'oi', dizendo: 'vamos passar na oi?' Essa loja também não existe, mas aí o tempo é mais remoto: somente 40 anos.
 
Andei investigando e descobri que o desfile de Carnaval não mais passa pelas ruas principais. Ficou transferido para uma área mais nova onde há um Shopping Center mais ou menos recente, mas que tem menos lojas do que nas ruas centrais e, embora, não tenha entrado lá desta vez, achei um pouco deteriorado por fora.
 
Não tenho o hábito de jantar aqui em São Paulo, mas lá tinha que fazer isso, pois se eu não jantasse no Hotel, ficaria sem comer. Além do mais já estava incluído na diária. Assim, depois do jantar o que vocês acham que eu fazia? Passeava, é lógico. E lá estava eu, sozinha, andando pelas ruas principais para um exercício após o jantar. Era isso ou ir para o quarto e assistir TV já deitada na cama.  Na quinta-feira, ouvi ao longe, um batuque de Escola de samba e lá fui eu atrás. Cheguei ao local, mas permaneci por pouco tempo. E isso eram cerca de 21h00. Imaginem se dá para fazer isso aqui em São Paulo!!!! Temos que fazer tal qual os passarinhos: escureceu, já para dentro de casa.
 
Pena que nenhuma de minhas amigas e primas pôde estar comigo, aproveitando tudo aquilo. Paciência!!!
 
Credo!!! Quanta coisa que escrevi. Tem gente que nem vai ter paciência de ler tudo. Mas agora já está escrito.
 
SilviÆ   



 Escrito por SílviaE às 18h39
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Oi, gente

 

Estavam com saudade de mim? Ou nem sequer notaram minha ausência? 

Bem, não importa. Mas quero agradecer os comentários postados desde minha última aparição por aqui.

Eles são um grande incentivo para mim. Acreditem!!!

Hoje, vou contar um 'causo' com minha mãe.

Quando nasceu uma das filhas de minha tia, irmã de minha mãe, na época era costume (não havia telefone) que se enviasse alguém para dar a boa nova aos amigos e parentes. Assim, minha mãe foi a incumbida da tarefa.

Havia uns parentes ou amigos - não sei bem - portugueses aos quais ela foi dar a notícia. Feito o comunicado, o casal perguntou o nome da criança.

Disse minha mãe, muito ciosa em falar corretamente: 'Chama-se Vera!'

Ao que, muito contente, a portuguesa exclamou: Severa!!!!! Que lindo nome!!!! 

Vale lembrar que Severa é (ou era) um nome bem popular em Portugal, e não poderia haver melhor homenagem para eles.

SílviÆ



 Escrito por SílviaE às 18h31
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Meu pé esquerdo

Olá amigos!!!

A partir desta data estarei aparecendo por aqui só para contar alguns 'causos', quando me lembrar.

Meus trabalhos com papéis de carta estarão apenas no Fotoblog (http://aivlises.fotoblog.uol.com.br)

Mas o que vou contar hoje é uma lembrança de minha infância, resultado de minha situação atual:

Em virtude de um 'mau' passo, virei o pé e lá fui eu 'pra chom'. Por sorte estava acompanhada e minha amiga ajudou-me a levantar-me e, aparentemente, havia sido apenas uma torção como tantas outras que já havia sofrido.

Ah! Mas o acidente havia sido um pouco mais sério e após a radiografia foi constatada, senão uma fratura, um deslocamento do osso que obrigou-me a ter o pé enfaixado com uma bota gessada por, a princípio, 08 dias que, obviamente, já foram esticadas para mais 08!!

E aqui estou eu, de pé para cima quase que o tempo todo e pulando 'talqualmente' um saci, com o auxílio de um andador. Andar 1 metro é, para mim, como se fossem dez quilômetros e me canso muito mais do que os nove quarteirões que costumava fazer durante minhas caminhadas.

Bem, mas que remédio!!! O jeito é aguardar o tempo necessário, desde que, depois, eu possa andar como sempre. O pé não dói continuamente; uma leve dor com algum movimento do pé dentro da bota.

O que mais está incomodando são os braços devido ao esforço que tenho que fazer para apoiar-me no andador. Quando curar o pé, vou precisar de fisioterapia para o resto do corpo, principalmente, os braços. rs rs rs rs rs

Ora!! Comecei a descrever minha desdita e estava esquecendo o motivo pelo qual passei por aqui para escrever. Meu tio Aquiles (já citado em outra estória publicada aqui) era enfermeiro/farmacêutico aposentado e era muito conhecido na região onde morava (às vezes até mais além, pois ia gente de todos os pontos da cidade para que ele socorresse). Como, frequentemente, eu passava alguns dias hospedada lá em sua casa (embora não fosse de meu agrado), presenciava o atendimento dos 'feridos' que o procuravam.

O cliente chegava lá com algum osso deslocado ou quebrado ou mesmo para tomar uma injeção e sempre era bem atendido por meu tio, tanto que voltava sempre que precisava e recomendava para algum amigo.

No caso de o cliente estar com algum osso machucado, a primeira recomendação de meu tio a ele era esta: "não me diga onde é". Então, ele ia manipulando o membro atingido até que, evidentemente, ao localizar o ponto nevrálgico o cliente gritava. Era óbvio que ele havia localizado o ponto e era dispensável a informação!!!

Até qualquer hora!!! Espero sua visita também em meu Fotoblog. E dê sua opinião.

SílviÆ  



 Escrito por SílviaE às 11h44
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Magic Tiles, DWorisch-vs.SilviaE

 



 Escrito por SílviaE às 10h13
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Soul mirror 2



 Escrito por SílviaE às 21h04
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Soul mirror 1

Trabalho escolhido como Destaque no Grupo DWorisch (www.pspcyber.com.br)



 Escrito por SílviaE às 20h53
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Bus stop-3



 Escrito por SílviaE às 20h51
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Bus Stop 2



 Escrito por SílviaE às 20h49
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Bus Stop

Trabalho escolhido para a Galeria de Honra, do Grupo Denise Worisch em 14 de novembro de 2008.



 Escrito por SílviaE às 20h47
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Atualização 11nov



 Escrito por SílviaE às 08h46
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03nov



 Escrito por SílviaE às 19h27
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28out



 Escrito por SílviaE às 09h08
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A família Okuda

Olá!!!

Faz tempo que não apareço, não é? Mas tão pouca gente lê meus 'causos'... bem, deixa para lá.

Vamos ao de hoje, que não é 'causo'; apenas um comentário jocoso a respeito de uma família que tem uma academia aqui na rua onde moro.

Bem, parece ser costume entre os japoneses referirem-se a seus membros com o nome da família acompanhado da condição do membro citado; assim, Takeda pai, Takeda mãe etc...

Porém nesta família Okuda essa referência deve ser apenas para os membros masculinos: Okuda pai, Okuda filho, Okuda neto etc.  Quanto aos membros femininos, se isso se aplicar fica esquisito, não é mesmo? rs rs rs rs rs

Até qualquer hora.

 

SílviÆ

 



 Escrito por SílviaE às 11h29
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10 a 28 out



 Escrito por SílviaE às 11h17
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